sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Alguém escreveu isso, eu achei muito legal e estou compartilhando. Não fui eu que escrevi, ok?

Abre aspas.


Com a intenção de sermos aceitos, criamos o que chamamos de máscaras, que são defesas que nosso inconsciente cria com o intuito de evitar a dor dos sentimentos que nos fazem sentir. O raciocínio do inconsciente seria o seguinte: “Se como eu sou não sou aceito, é por que não faço nada certo, então serei diferente para poder ser aceito e amado”.
Nem sei mais o que é bom para mim. Realmente não sei qual é minha vontade. Quem sou eu?
Não importa o que esperam de nós: casar, não casar, com quem casar, ter filhos, não tê-los, ter sucesso profissional, estamos sempre dispostos a agradar e corresponder aquilo que esperam de nós, pois foi assim que aprendemos desde muito pequenos: a obedecer!
E quando começamos a pensar com nossa própria cabeça e questionar se o caminho que estamos trilhando é mesmo aquele que queremos, o conflito se torna inevitável.
As perguntas “quem sou eu?, o que eu quero?, estou feliz?” insistem em martelar em nossa cabeça e uma vez iniciado o questionamento é como se ele tivesse vida própria, não para mais.
Como encontrar tais respostas? Como nos libertar da busca de reconhecimento, aprovação, da necessidade de agradar, deixar de ser tão suscetível a críticas? Não é fácil libertar-se de tantas correntes que nos aprisionam. Sim, ficamos presos a essas necessidades que mal conseguimos viver, como se estivéssemos verdadeiramente acorrentados. Para evitar esse conflito, durante algum tempo até conseguimos nos distrair com outros interesses, seja trabalhando em excesso para não sobrar tempo para pensar; seja cuidando da vida dos outros, ajudando, aceitando ou criticando-os; seja adoecendo como forma de chamar atenção; seja nos sobrecarregando com infinitas atividades.
Enfim, tudo isso pode inicialmente nos beneficiar à medida que proporciona a oportunidade de nos esconder de nós mesmos.
Sofremos muito com as perdas durante a vida, mas não percebemos o quanto perdemos de nós mesmos cada vez que olhamos para o lado, para não olhar para dentro de nós.
Você já reparou que quando estamos frente a uma multidão, conseguimos ver a todos, mas não vemos a nós mesmos? Percebe a diferença?
Sempre estamos vendo os outros, o que interfere de forma profunda e simbólica quando precisamos ter o conhecimento de nossos próprios sentimentos. Sempre é mais fácil olhar o outro, perceber qual o melhor caminho para ele, do que olhar para dentro de nós e definir o próprio caminho.
Para conseguir as respostas das perguntas acima é preciso saber o que nos afastou de nós mesmos.
Tudo começa de maneira muito sutil quando ainda somos muito pequeninos. Quando nascemos somos genuínos, iluminados, mas com o transcorrer do tempo começamos a nos apagar... ou somos apagados diante das cobranças, superproteção, vergonha, humilhação, rejeição, abandono, regras, etc, e inconscientemente, vamos nos distanciando de quem somos em essência, de nosso “verdadeiro eu”.
Com a intenção de sermos aceitos, criamos o que chamamos de máscaras, que são defesas que nosso inconsciente cria com o intuito de evitar a dor dos sentimentos que nos fazem sentir.
O raciocínio do inconsciente seria o seguinte: “Se como eu sou não sou aceito, é por que não faço nada certo, então serei diferente para poder ser aceito e amado”.
Crescemos acreditando que não somos suficientemente bons para sermos amados pelo que somos, assim procuramos desesperadamente criar uma imagem de como deveríamos ser.
Começamos a criar um falso eu como proteção e reprimimos cada vez mais nosso eu verdadeiro.
Isso vai se cristalizando aos poucos, até que quando começamos a nos sentir insatisfeitos, infelizes, em conflito, ou quando algo acontece como uma perda significativa pela separação, morte, doença, e nos faz refletir como está nossa vida, é que começamos a questionar o que está acontecendo.
E parece que quanto mais pensamos mais perdidos nos sentimos, é como se não soubéssemos mais quem somos, como o desabafo do início deste artigo.
Muitos se desesperam, ficam deprimidos, pois não conseguem identificar o que está acontecendo.
A distância de si mesmo é tão profunda que não conseguimos mais ouvir nossa própria voz, nossos desejos e sonhos, é como se tudo tivesse se perdido. Mas na verdade tudo ainda está dentro de nós, só precisamos saber como encontrar a parte perdida.
Para alcançar o verdadeiro eu é preciso identificar quais são suas máscaras.
Você sabe? Não é um processo simples, afinal foram tantos anos acreditando ser de um jeito, como agora alguém lhe diz que essa pessoa não é você?
É preciso fazer o caminho de volta, buscar o seu eu verdadeiro, sua essência. Em que momento da vida você se perdeu de si mesmo? Muitas vezes nem lembramos.
Você pode começar identificando aquilo que neste momento está te incomodando, atrapalhando ou te trazendo conflitos. As máscaras que desenvolvemos podem ser muitas.
Por exemplo, a superioridade, arrogância, o poder, orgulho, a necessidade de agradar, o ser bonzinho em excesso, alegre em excesso, rindo de tudo e de todos, podem ser máscaras que ocultam profundos sentimentos de danos emocionais e consequente falta de valor a si mesmo, mas que um dia foram criadas para te proteger da dor.
Geralmente aquilo que nos traz conflitos são nossas necessidades não supridas desde muito pequenos e que só agora começamos a ter consciência.
Não recebe a atenção como gostaria? Será que essa atenção que espera já não vem lá de criança? Por mais que o outro lhe dê atenção dificilmente conseguirá suprir a necessidade somada por anos.
O que isso tem haver com máscara? Provavelmente quando criança já sentia a necessidade de atenção, mas como forma de se defender. Ou seja, para obter a atenção não recebida, passou a fazer de tudo pelo outro, agradando sempre e incondicionalmente, com o pensamento inconsciente de ser valorizado e assim receber atenção tão desejada.
Cresceu dentro desse padrão e no casamento deve ter agido da mesma maneira, sempre agradando, se sobrecarregando, mas com o passar dos anos a necessidade vai sendo potencializada, até chegar num ponto que seu corpo e/ou sua mente não aguentam mais, mas ao mesmo tempo não consegue identificar todo esse processo, pois não há esse conhecimento e o conflito se instala.
Quando isso acontece é hora de parar tudo e refletir o que está acontecendo, quando tudo começou, e em geral, começa lá no passado, na forma como fomos cuidados, educados, reprimidos, exigidos, cobrados.
Quando começamos a nos moldar ao que esperavam de nós e assim começa o processo de distância de quem somos.
O caminho de volta é longo, mas valioso.
Fecha aspas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Fonseca tem razão: “aprendendo em equipe, aprende-se mais”. (escrito em julho de 2009)

O Fonseca tem razão: “aprendendo em equipe, aprende-se mais”.
A aquisição de novos conhecimentos e competências torna-se mais importante à medida que a concorrência se acelera.
É cada vez mais claro que a criação de conhecimento e competências é uma prioridade administrativa. Esses recursos influenciarão o nosso futuro através das inovações, de novos produtos e da abertura de novos mercados. Portanto, tentaremos analisar inicialmente, como essa cooperação pode se tornar um meio para gerar e gerenciar conhecimentos e competências no negócio CSC Shoppings.
Como primeiro ponto de atenção temos que, não só apenas os ciclos de vida dos produtos e serviços estão em constante aceleração nos setores mais diversos – como multimídia, biotecnologia, equipamentos esportivos e moda -, mas o mesmo está ocorrendo com a vida útil das competências nas quais tudo o que foi citado se baseia. Entendo que esse é um dos nossos cenários. Ou seja, os sucessivos aperfeiçoamentos, tanto nos produtos como nos processos força as empresas a buscar novas abordagens científicas, novas habilidades e know-how, e novas competências.
Alguns avanços nesse sentido já estamos experimentando através do CSC (Centro de Serviços Compartilhados), faltando agora com o dia a dia dos Shoppings. Agora, o grande desafio está em proporcionar ao negócio “shopping Center”, sem quebrar as autonomia das ações, através entre as operações a geração de atitudes onde prevaleçam flexibilidade e inovação.
Cooperação, em geral, e parceria em particular, proporcionam à organização oportunidades de melhorar seus pontos fortes e desenvolver novas competências através do apoio de seus parceiros. Esta, digamos, pesquisa cooperativa, tornará uma espécie de porta de acesso à competências diversas, para nós e para nossos  parceiros.
Pelo que pesquisei nas literaturas de administração de empresas, as grandes oportunidades proporcionadas por este tipo de cooperação, alinham-se de acordo com diversas dimensões, dentre as quais estão o efeito de alavancagem, compartilhamento de custos, redução de riscos financeiros, aprendizado e aquisição de know-how.
De forma a facilitar a compreensão dessa cooperação, temos:
Oportunidades
Riscos
Relacionamentos entre fornecedor e cliente com a perspectiva de compartilhar os desenvolvimentos futuros
Discordância quanto aos objetivos da cooperação
Efeito de alavancagem
Proximidade excessiva entre parceiros
Divisão de custos e riscos
Diferenças nos modos de trabalho
Aprendizagem e criação de novas competências
Equipe,  apesar das grandes diferenças entre as pessoas.
As oportunidades e os riscos associados à cooperação possuem dois pontos motivadores que são a divisão de custos e compartilhamento de informações de conhecimentos.
O compartilhamento de custos evita a duplicação de atividades e pode até resultar em economia de escala. Já o compartilhamento de conhecimentos e informações permite o acesso a conhecimentos comprovados (pelos dois shoppings envolvidos no processo) e que podem ser novidade para um dos parceiros.
Finalizando, certamente teremos, nesta cooperativa, objetivos e motivações:
Principais Objetivos
Principais Motivações
Evitar duplicidade de pesquisa
Custo e equipe
Dividir os custos e alcançar economia de escala
Custo e equipe
Atualizar o domínio das “tecnologias de ponta” do negócio
Conhecimento e equipe
Ganhar acesso a conhecimentos complementares
Conhecimento e equipe
Ganhar acesso a uma nova “tecnologia”
Custo e conhecimento
Trabalho em equipe
Trabalho em Equipe

Até agora, essas atividades foram consideradas estratégicas, mas desenvolvidas isoladamente, pois não conseguimos evoluir em nossos projetos estratégicos. Entretanto, cada vez mais, os desenvolvimento de mercados (São Luiz, Guarulhos, Mestre Álvaro, e espero que etc), fazem com que essa cooperação seja essencial para a aquisição de novos conhecimentos e para satisfazer as necessidades do negócio shopping center.
Desta forma, isso depende da criação de processos inovadores, entre eles uma atitude mais positiva em relação às contribuições vindas de todos os lados e uma mudança de atitude em relação à nossa distância.
De todos os pontos que foram listados, relaciono alguns fatores que são fundamentais neste processo:
1)      A nossa administração deve estimular as especializações internas para avaliar o nosso potencial e conhecimento.
2)      Uma vez que a relação de cooperação é estabelecida para criar um conjunto de competências, a constante participação neste processo que cada gestor traz é crítica.
3)      O desafio mais importante é determinar onde reside o conhecimento e como reduziremos a nossa distância.
4)      A criação de um comportamento empresarial desejado para o gerenciamento do conhecimento interno envolve a participação dos gestores, com atenção aos nossos valores e normas.

A cooperação entre os dois Shoppings, no nosso caso o Tijuca e o Praia da Costa, em atividades comuns pode ser um bom modo de alcançar este objetivo. Naquela oportunidade, quando rolou este artigo, analisei as oportunidades e obstáculos que podem ser encontrados nessa nossa empreitada, minha e do Antônio César, com a cooperação do Fonseca e do Henrique Denadai, patroneado pela Lucila.
É possível mudar nossas vidas e a atitude daqueles que nos cercam simplesmente mudando a nós mesmos. Ou seja, o Fonseca tem razão!! Ele conseguiu nos mostrar que, antes que eu queira mudar a minha equipe, eu preciso mudar a mim mesmo.  Nós aprendemos a Fonsequear.

(escrito em julho de 2009)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Barcas já!

Qual o motivo para não se implantar barcas como transporte coletivo na Grande Vitória? Pesquisa do Instituto Econômica de Pesquisa Aplicada, o IPEA, aponta que, nas últimas três décadas, dentre os percursos nas cidades, o uso do transporte público caiu de 68 para 51% das viagens. Resultado ou consequência está na utilização do carro e da motocicleta dentro das cidades. O transporte coletivo é responsabilidade dos municípios e o que se fala (alguns prefeitos) é a adoção de um projeto nacional. Como falar em projeto nacional para tratar de mobilidade urbana, se com dois eventos gigantes os momentos não foram aproveitados? Certamente, quem tratou do assunto não fica no sufoco dentro de um ônibus lotado no seu dia a dia. Provavelmente, são os mesmos que direta ou indiretamente ajustam o auxílio moradia para juízes pois não sabem o que é morar e viver em barracos. A falta de cuidado com o usuário vai além da falta de ônibus e do cumprimento dos horários. A falta de informação também prejudica a mobilidade, pois nos pontos, não são indicadas as linhas que passam por ali e suas possíveis baldeações, e dentro do ônibus nenhum dispositivo informa a próxima parada. Recursos não faltam ao contrário do que muitos prefeitos falam por aí. O que falta mesmo é cobrança de produtividade por parte das empresas que prestam esse tipo de serviço à população pois de nada adianta aumentar subsídio e não fiscalizar os resultados que se desejam alcançar. Ontem, hoje e amanhã sentirei na pele esse caos que é o transporte coletivo na Grande Vitória, e a pergunta que fica é qual o motivo de não se implantar barcas no transporte coletivo na Grande Vitória?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Bíblia

Mamografia no Brasil

No SUS, entre a primeira consulta e a primeira cirurgia ou primeira quimioterapia, passam 180 dias. Por outro lado, para os planos de saúde, a ANS determinou 21 dias. Enquanto isso, os resultados de eleição não obtidos no mesmo dia. O gasto com urnas eletrônicas é absurdo. Por mim, ficava o resultado de eleições para 1 semana, o gasto com urnas ficaria para depois e daríamos um jeito de fazer o prazo de 180 dias para 21. Isso significa que a meta para 2014 de 3,8 milhões de exames na faixa etária considerada prioritária (50 a 69 anos), é um bom avanço mas ainda é muito pouco para o que se precisa atingir. Mamografia pelo SUS só alcança 32% das mulheres e acesso é desigual no País. Paciente com nódulos aparentes no seio espera há mais de dois anos para fazer uma biópsia; levantamento mostra que há desigualdade entre as regiões no acesso ao diagnóstico. “O Ministério da Saúde diz que cumpre a lei em 60% dos casos. Parece um índice interessante até, mas quando se pesquisa o número de casos de câncer cadastrados no sistema do MS [Sistema de Informação do Câncer (SISCAN)] vemos que ele não funciona, há um número muito menor de casos do que o estipulado pelo INCA”, disse Thiago Turbay, assessor de relações governamentais da Femama. Os dados do Ministério da Saúde indicam um registro de apenas 7.157 casos até julho de 2014. Turbay ressalta que este número está muito abaixo dos 576 mil novos casos de câncer no Brasil para esse ano, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Isso dá 1,25% dos pacientes oncológicos do Brasil estariam registrados no SISCAN”, disse. Repetindo, enquanto isso, os resultados de eleição não obtidos no mesmo dia.

Rui Barbosa

Sempre atento a essas dicas.

Médicos que conheço e as últimas eleições presidenciais

Numa rede social, presenciei diversos médicos dizendo que, em função da decepção pelo resultado das eleições presidenciais eles gostariam que o povão que elegeu a Dilma, no momento em que  o povão estivesse numa fila de atendimento do SUS, que não chamassem e implorassem por um atendimento médico, mas sim que chamasse a Presidente Dilma para ela resolver o assunto.
Nessa história não sei quem ficou mais indignado: eu com a atitude infeliz  dos médicos com uma declaração escrita e colocada na rede, com a falta de ética e de conhecimento desse médico ou o médico com o resultado da eleição presidencial.
O que quer esse médico deseja? Será que a Presidenta eleita  exercerá  essa  profissão? Afinal de contas o exercício da profissão de médico deve ser com autonomia, de tal forma que ele não seja obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente (o que nesse caso desses médicos já não está valendo).
Será que esses médicos sabem o que é o SUS? Certamente não. Senão não falariam uma bobagem dessas. E se soubessem? Como acreditar num profissional que, por razões que não consigo precisar (pois isso não é uma posição política) agita sua rede social com um diagnóstico que não é o real?
O Sistema Único de Saúde, SUS, instituído pela Constituição de 1988, estabeleceu as bases para um novo modelo de gestão da saúde pública no país, tendo como princípio fundamental a municipalização dos serviços, rumo oposto à centralização imposta pelo antigo Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social, INAMPS, modelo dos tempos da ditadura militar, que se esgotou na passagem dos anos 70 para os 80.
O SUS descentralizou a assistência à saúde pública: federação, estado e municípios trabalham conjuntamente, mas com funções diferentes. À federação, por meio do Ministério da Saúde, cabe elaborar um planejamento nacional para a saúde e repassar as verbas para os estados e os municípios; aos estados compete promover a municipalização, prestar apoio técnico e financeiro aos municípios, além de desenvolver ações suplementares na saúde; aos municípios cabe fazer a gestão do sistema local de saúde. A saúde e o SUS é um bem público e será que esses médicos entendem o SUS como um bem público?
A proposta do SUS é pluripartidária e nos locais onde os governos são comprometidos com as questões democráticas e com uma saúde de qualidade, o SUS avança.
A verbas que sustentam o SUS foram definidas pela emenda constitucional nº 29, promulgada em 13 de setembro de 2000, que prevê que os fundos federais reservados à saúde para o ano de 2000 devem ser acrescidos de 5% ao valor gasto em 1999, sendo posteriormente corrigidos pelo processo inflacionário e pelo aumento do PIB.  Essa emenda também determina que os governos estaduais terão de aplicar anualmente 12% de seus orçamentos em Saúde. Já os municípios participarão com 15% de sua receita. Mesmo com os recursos garantidos, não é simples manter um sistema de saúde de qualidade. Uma parte do atendimento do SUS tem alta complexidade, como é o caso da hemodiálise, de custo elevadíssimo. Em São Paulo, por exemplo, o Estado de São Paulo banca grande parte da assistência de alta complexidade e o mais interessante é que, mesmo as pessoas que têm convênio privado, usam o SUS para esses tratamentos
Esses médicos que escrevem esse tipo de baboseira em redes sociais precisam ficar atentos pois a relação do médico com a ética e sua participação direta com pacientes e sociedade em geral está bem estruturada e regulada pelo Código de Ética Médica, representando um avanço na segurança do exercício da medicina, bem como um meio de se cobrar a atuação de maus profissionais.
A propósito, para esses médicos que estão insatisfeitos no Brasil, a ONU está contratando para combater o vírus ebola na África.  Porque não se candidatam?
Como dizia um amigo: “se a Medicina daqui tem dessas coisas, imagine a da Jamaica”.
Será que essa classe de médico sabe que, sentindo-se lesado por uma má conduta de um determinado médico, o "paciente" pode fazer uma denúncia junto ao Conselho Regional de Medicina, sobre eventual prática de infração às normas previstas no Código de Ética Médica, além de poder acioná-lo também nas vias do Poder Judiciário Cível e Criminal?